Dona Anja (telenovela)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
| Dona Anja | |
|---|---|
| Lucélia Santos fez a protagonista Dona Anja | |
| Informação geral | |
| Formato | Telenovela |
| Criador(es) | Josué Guimarães |
| País de origem | Brasil |
| Idioma original | Português |
| Produção | |
| Dire(c)tor(es) | Luís Antônio Piá, Caco Coelho, Roberto Talma |
| Elenco | Lucélia Santos Jonas Mello Luiz Guilherme Angelina Muniz Sérgio Mamberti Jandir Ferrari e grande elenco. |
| Exibição | |
| Transmissão original | 9 de dezembro de 1996- 26 de abril de 1997 |
| Nº de temporadas | 1 |
| Nº de episódios | 120 |
| Portal Séries de televisão · Portal Televisão Projeto Televisão · Projeto Entretenimento | |
Índice[esconder] |
[editar] Trama
Na década de 1970, ainda se falava em ditadura, comunismo e repressão. Rosário, uma pequena cidade localizada no Rio Grande do Sul, convive com as transformações políticas e sociais da época.Dona Anja foi uma esposa que não agüentou ter apenas a companhia do marido. Quando ele morreu, ela abriu um bordel, que foi "aceito" pelas famílias da cidade. Figuras "ilustres", como políticos, o delegado, o médico e o professor, entre outros, iam com freqüência à sua casa. Esta medíocre elite municipal, identificada com o regime militar, acompanhava a votação do divórcio na casa da cafetina, e, simultaneamente com a bolinação das prostitutas, faziam discursos pela indissolubilidade do casamento e pela manutenção dos mais sagrados valores da família e da propriedade.
O prefeito corrupto, Coronel Quineu Castilhos, amante "oficial" de Dona Anja, também freqüentava assiduamente a casa dela e preservava em sua residência sua imagem de machista e marido fiel. Seu adversário é o Delegado Ritilho, que desconfia de todos e passa o tempo perseguindo comunistas e lutando para manter o moral dos moradores locais.
[editar] Elenco
| Ator | Personagem |
|---|---|
| Lucélia Santos | Dona Anja |
| Jonas Mello | Coronel Quineu Castilhos |
| Angelina Muniz | Maria Helena |
| Luiz Guilherme | Chico Salena |
| Manoela Dias | Maria Aparecida |
| Sérgio Mamberti | Chico Salena |
| Sônia Lima | Isabel |
| Jandir Ferrari | Comerlato |
| Vera Zimmermann | Adelaide |
| Antônio Petrin | Delegado Ritilho |
| Danton Mello | Bruno Caçapa |
| Isabela Coimbra | Regiane |
| Taumaturgo Ferreira | Atalibinha |
| Giuseppe Oristânio | Pedro |
| Ângela Figueiredo | Romilda |
| Patrícia Lucchesi | Matilde |
| Pedro Vasconcelos | Mauro |
| Lyliá Virna | Joana D'Arc |
| Cláudio Mamberti | General |
| Miguel Magno | Neco |
| Rosaly Papadopol | Olga |
| Neco Villa-Lobos | Orozimbo |
| Gustavo Haddad | Rodolfo |
| Maurício Branco | Alcebíades |
| José Rubens Chachá | Coronel Messias |
| Núbia Ólliver | Rosaura |
| Paola Bettega | Vera |
[editar] Trilha sonora
- "Não existe pecado ao sul do Equador" - Ney Matogrosso
- "Meu grande amor" - Tim Maia
- "Do fundo do meu coração" - Erasmo Carlos
- "Debaixo dos caracóis dos seus cabelos" - Caetano Veloso
- "Aparências" - Fafá de Belém
- "Sabor de mim"
- "Smile"
[editar] Curiosidades
- O tratamento dado aos relacionamentos amorosos destacou-se em Dona Anja. Todos mantêm uma certa aparência na seriedade e, no entanto, traem e são traídos sem pudor algum.
- Destaque também para a lei do divórcio, além de assuntos como sexo, agressão física, corrupção, drogas, ditadura e seqüestro de políticos.
- Os atores Gustavo Haddad e Lyliá Virna, que terminaram juntos a trama, se conheceram na novela e começaram um namoro que acabou em casamento. Atualmente estão separados. Lyliá foi Miss Brasil Mundo em 1993.
- Ney Matogrosso regravou especialmente para a trama "Não existe pecado ao sul do Equador", que é a música de abertura. O arranjo foi diferente do utilizado em Pecado Rasgado (Rede Globo, 1978/1979), que tinha o mesmo tema de abertura. A nova versão era cantada em tom de mambo e o verso "vamos fazer um pecado rasgado, suado a todo vapor" era substituído por "vamos fazer um pecado safado, debaixo do meu cobertor". Outra substituição é a palavra "holandesa" por "lambeza".

Nenhum comentário:
Postar um comentário